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O Amador

Um quase-diário


August 3rd, 2007

Internacional / Haiti @ 12:17 pm


Militar brasileiro morre eletrocutado no Haiti

da Folha Online 

O Ministério da Defesa confirmou nesta sexta-feira a morte no Haiti do soldado Rodrigo da Rocha Klein, 21, que tropeçou em um fio de alta tensão e morreu eletrocutado por volta das 19h45 (21h45 de Brasília) desta quinta-feira, segundo informações oficiais. 

De acordo com um comunicado do ministério, Klein era soldado do 4º regimento de cavalaria blindado no Haiti, onde serve desde 2004. Apesar de ter sido socorrido por um colega, ele morreu no local. O Brasil mantém mais de mil militares no Haiti como parte da missão de paz da ONU no país (Minustah)
 

11.jan.2007/Reuters
O general brasileiro Carlos Alberto Cruz comanda a Minustah em Porto Príncipe
O general brasileiro Carlos Alberto Cruz comanda
a Minustah em Porto Príncipe


A Minustah --que atualmente conta com aproximadamente 8.800 efetivos, 6.800 soldados e 2.000 policiais-- foi destacada pouco depois da derrubada do ex-presidente Jean-Bertrand Aristide em uma rebelião armada em fevereiro de 2004. A força é formada por tropas dos seguintes países: Argentina, Benin, Bolívia, Brasil, Canadá, Chade, Chile, Croácia, França, Jordânia, Nepal, Paraguai, Peru, Portugal, Turquia e Uruguai. 

Com 1.200 homens, o Brasil é o país com o maior número de militares e vem liderando a missão desde o seu primeiro mandato, em 2004. 

Leia a seguir a nota sobre a morte do militar na íntegra. 

"O Ministério da Defesa e o Centro de Comunicação Social do Exército lamentam informar que, no dia 02 de agosto de 2007, por volta das 19:45 (hora local - Haiti), no Ponto Forte Dourados, bairro de Boston - Porto Príncipe, o Soldado Rodrigo da Rocha Klein, de 21 anos, natural de São Luiz Gonzaga/RS, originário do 4º Regimento de Cavalaria Blindado, onde servia desde 2004 sofreu um acidente no momento que se deslocava na laje do ponto forte tropeçando em um fio de alta tensão da rede pública, onde recebeu uma descarga elétrica, vindo a falecer no local. 

No momento do acidente o 3º Sargento Luiz Guilherme Fagundes Caetano, de 23 anos, da mesma unidade militar, tentou socorrer o militar e, em conseqüência, sofreu escoriações diversas e queimaduras nas mãos; o militar encontra-se baixado no Hospital Argentino da missão da ONU (Minustah) e está fora de perigo. 

O Comando do Batalhão Haiti e a Minustah realizarão as investigações para a devida apuração do fato. 

As famílias dos militares já foram informadas e assistidas. Aeronave da FAB deslocar-se-á para o HAITI para o traslado do militar falecido. Outras informações serão divulgadas oportunamente."

 

August 2nd, 2007

São Paulo / Trânsito @ 11:20 am


CET registra 152 km de lentidão em SP

Problema é mais grave na Zona Sul, onde as filas chegam a 51 km.
Na Zona Leste, a Radial e a Marginal Tietê vivem manhã complicada.
Do G1, em São Paulo entre em contato

 
Foto: Alex Silva/AE 
Contraste: trânsito congestionado na Radial Leste na manhã desta quinta ao lado da
linha do Metrô, vazia por cauda da greve  (Foto: Alex Silva/AE)

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava, às 10h desta quinta-feira (2), 18,6% de lentidão nos 818 km de trânsito monitorados na manhã marcada pela greve des metroviários. O número equivale a 152 km de lentidão. Como a CET mudou há duas semanas a base de cálculo de congestionamento na capital  -o total de vias monitoradas subiu de 520 km para 830 km - não há comparação com outros períodos para saber se o trânsito está acima da média.

De acordo com a CET, a Zona Sul da cidade é a que concentra mais pontos de lentidão, com 51 km de congestionamento. Isso ocorre porque, além da paralisação do Metrô, o paulistano enfrenta interdição de ruas próximas ao Aeroporto de Congonhas, onde o avião da TAM colidiu com um prédio da mesma companhia, em 17 de julho. 

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) suspendeu, nesta quinta-feira (2), o rodízio municipal de veículos em função da greve dos metroviários de São Paulo, anunciada na quarta (1º).

A decisão pode refletir no já caótico trânsito da capital, pois os carros cujas placas terminem em 7 e 8 estão autorizados a circular no perímetro delimitado pelo Centro Expandido da cidade. Normalmente, a operação Horário de Pico funciona diariamente entre 7h e 10h e 17h e 20h. 

 
Greve

Os metroviários decidiram em assembléia realizada no início da noite de quarta declarar greve no Metrô a partir da 0h de quinta. A paralisação deve prejudicar cerca de três milhões de pessoas que usam diariamente o transporte, segundo o Metrô. Os metroviários querem rediscutir o plano de Participação dos Lucros e Resultados (PLR). 

A decisão saiu por volta de 20h. Os sindicalistas chegaram a propor ao Metrô o funcionamento de 85% da frota, desde que as catracas fossem liberadas gratuitamente aos passageiros. O objetivo era minimizar os efeitos da paralisação. 

 
Passagem gratuita negada

A direção do Metrô, no entanto, não aceitou a proposta feita pelo Sindicato dos Metroviários e não liberou a passagem gratuita de usuários pelas catracas das estações. Segundo a assessoria de imprensa, o Metrô “considerou o pedido descabido”.

De acordo com a assessoria do Metrô, abrir gratuitamente as catracas aos usuários “é crime, poderia ser caracterizado como evasão de rendas e não seria seguro, pois a decisão poderia superlotar o sistema e comprometer a segurança nas estações”.

 
Plano B

Para minimizar os efeitos provocados com a greve no Metrô, a Secretaria Municipal de Transportes (SMT) e a São Paulo Transporte (SPTrans) colocou em ação o Plano de Apoio Entre Empresas Frente a Situações de Emergência (Paese). 

De acordo com a SPTrans, toda a frota de 15 mil carros foi colocada em circulação. A principal mudança é que os ônibus que fazem interligação com estações do Metrô não farão paradas nestes locais e seguirão para o Centro da cidade. 

Os coletivos que vêem da Zona Leste irão até o Parque Dom Pedro. Os ônibus provenientes da Zona Norte seguirão para a Praça da Luz e os da Zona Sul, para a Praça João Mendes, perto da estação Sé do metrô.

 

August 1st, 2007

Segurança / Rio de Janeiro @ 10:24 pm


Polícia some das ruas e preocupa cariocas

Patrulhamento ostensivo não é visto em pontos antes reforçados para o Pan.
Moradores temem que onda de crimes retorne.
Aluizio Freire Do G1, no Rio entre em contato

Aluizio Freire 
Geneir instalou câmeras em sua pousada para
 se prevenir dos assaltos (Foto: Aluizio Freire)

O policiamento ostensivo desapareceu das ruas do Rio, nesta quarta-feira (1), 72 horas depois do término dos Jogos Pan-americanos. Equipe do G1 percorreu vários bairros do subúrbio e da Zona Oeste, próximos aos locais onde havia reforço do patrulhamento durante o evento, e encontrou moradores aflitos, assustados, reclamando do sumiço repentino da polícia.

Bairros do subúrbio como Engenho de Dentro, onde está localizado o Estádio João Havelange, o Engenhão, Encantado, Piedade, Quintino, Abolição, Todos os Santos e Méier, que no período dos Jogos registrou, segundo a Secretaria de Segurança Pública, uma redução de 60% nos índices de criminalidade, perderam o policiamento 24 horas distribuídos em 25 pontos.O abandono voltou a preocupar os moradores. 

“Elogiei a obra, a festa, com pessoas animadas andando por aqui. Mas estamos de volta à realidade", reclama moradora.

“Até ontem (terça-feira, quando o governador Sérgio Cabral anunciou a desmobilização das equipes da Força Nacional de Segurança), havia policiamento com viaturas em todas as esquinas. Agora, saio às ruas e encontro isso aqui abandonado. Será que essas pessoas não têm nem um pouco de responsabilidade e compromisso com a população?”, protestou a dona-de-casa Neusa Foli, 59 anos.

“Elogiei a obra, a festa, com pessoas animadas andando por aqui. Mas estamos de

Aluizio Freire 
Neusa ficou indignada: "A polícia sumiu da noite para o dia."
 (Foto: Aluizio Freire)

volta à realidade. Voltei a ficar acordada até tarde da noite, preocupada, enquanto minha filha não chega da faculdade”, acrescentou.

Outra moradora que ficou frustrada com o desaparecimento da polícia é a comerciante Geneir Gonçalves, 57, que investiu na reforma de sua pousada, vizinha ao Engenhão, para aproveitar os bons ventos dos negócios com o Pan. “Parece que foi tudo ilusão. A gente precisa contar com nossos próprios recursos. Por isso, instalei câmeras para controlar o movimento na rua e das pessoas que entram e saem”, disse.

Medo de volta

Morando há 25 anos no Engenho de Dentro, Geneir guarda traumas de períodos violentos que viveu no bairro antes da construção do estádio. “Dois dias antes de reforçarem o policiamento, dois homens armados desceram de um carro, entraram aqui na garagem, e levaram o Corsa de uma amiga, que ainda estava estacionando. Apontaram as armas para as nossas cabeças. Fora isso, fui assaltada várias vezes aqui no bairro.”, conta ela, que mora na esquina das ruas Afonso Ferreira e Abolição.

A secretária Maria Alice da Costa também teme a volta dos incessantes assaltos. “Saio às 5h da manhã para trabalhar na Lagoa, na Zona Sul. Atravesso a passarela, às escuras, e fico na esquina das ruas Teixeira de Azevedo com Luís Silva, um dos pontos dos ataques dos assaltantes. Fazer o quê? Preciso trabalhar. Hoje, quando saí já não vi nenhum policial.”

Aluizio Freire 
Um único policial ficou no posto móvel, próximo ao Engenhão
 (Foto: Aluizio Freire)

A equipe do G1 constatou a permanência do Posto de Policiamento Móvel, instalado no entroncamento das ruas Doutor Padilha e Oficinas, onde um único policial estava sentado bem à vontade dentro da cabine. “Vou pedir ao comandante do batalhão que mantenha pelo menos esse posto, por enquanto”, afirmou o presidente da Associação de Moradores do Entorno do Engenhão, Aníbal Antunes.

Na Cidade dos Esportes, na Barra, onde estão as arenas esportivas multiusos, a equipe percorreu o trecho da Avenida Embaixador Abelardo Bueno por mais de 40 minutos sem encontrar qualquer patrulhinha. O posto fixo que ficava no canteiro da esquina com a Avenida Ayrton Senna foi retirado. No início da tarde, os únicos policiais vistos foram dois PMs em motocicletas seguindo em direção à Avenida das Américas.

O tenente-coronel Marcos Alexandre Santos de Almeida, comandante do 3º BPM (Méier), responsável também por outros bairros próximos ao Engenhão, foi procurado mas, segundo um soldado, que se identificou como seu “ordenança”, disse que ele estava em reunião e não poderia atender.

O Setor de Relações Públicas do Comando-Geral da PM também foi procurado por correio eletrônico para explicar a mobilização do policiamento e a deficiência apontada pelas pessoas ouvidas pela reportagem, mas não respondeu até a publicação desta reportagem.

 

July 30th, 2007

Ciência @ 08:19 pm


Cigarro de maconha 'vale' cinco normais

Cálculo feito por neozelandeses contabiliza efeitos da droga sobre o pulmão de usuários.
Níveis de alcatrão são maiores e pulmão fica mais pesado com Cannabis.
Da France Presse(AFP) entre em contato

Fumar um cigarro de maconha tem os mesmos efeitos sobre os pulmões humanos que fumar entre 2,5 e 5 cigarros compostos unicamente de tabaco, ressalta um estudo realizado na Nova Zelândia e publicado na revista científica "Thorax". 

Richard Beasley e seus colegas do Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia compararam os efeitos da maconha e do tabaco nos 339 adultos que participaram de um estudo sobre saúde respiratória. Os voluntários foram divididos em quatro grupos: os que fumavam somente maconha, os que fumavam apenas tabaco, aqueles que fumavam ambas as substâncias e aqueles que não fumavam nenhuma delas.

Cada um dos participantes foi submetido a uma série de exames de tomodensitometria dos pulmões (um aparelho de raio-X aliado a um computador) e a testes respiratórios. "A principal descoberta é que um cigarro de maconha é similar a entre 2,5 e 5 cigarros de tabaco em termos de obstrução respiratória", frisaram os cientistas.

A equivalência é coerente com os níveis de carboxihemoglobina (forma tóxica do pigmento que carrega os gases respiratórios do sangue, que se associa ao monóxido de carbono e ao oxigênio) e de alcatrão, que são entre 3 e 5 vezes maiores em um cigarro de maconha do que em um normal.

O estudo também mostra que os fumantes de maconha produzem assobios ao respirar, tossem e sofrem com pressão no peito e expectorações. Além disso, o consumo da droga causa uma degradação do funcionamento dos brônquios, com obstrução respiratória, fazendo com que os pulmões sejam obrigados a realizar um esforço maior.

Os cientistas constataram, no entanto, que o enfisema, uma doença pulmonar que pode evoluir para uma insuficiência respiratória crônica, aparece quase que exclusivamente apenas em fumantes de tabaco ou de ambas as substâncias, mas não naqueles que fumam apenas maconha. Os pesquisadores ressaltaram que os efeitos da maconha sobre os pulmões se devem à forma como se fuma essa substância: sem filtro e com tragadas mais profundas e longas.
 

Rio de Janeiro / Segurança @ 02:59 pm


Como fica a segurança no Rio pós-Pan

Balanço oficial da Senasp só vai sair após o Parapan-americano, em agosto.
Gastos com instalações de câmeras em locais estratégicos foi de R$ 52 milhões.
Aluizio Freire Do G1, no Rio entre em contato

Chega ao fim os Jogos Pan-americanos neste domingo (29) e o carioca volta a se preocupar com o recrudescimento da violência. 

A pergunta é: com o término do evento e a partida das delegações estrangeiras o Rio vai deixar de ser a ilha de segurança garantida nesses 17 dias?

Segundo a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), apenas após o Parapan-americano, em agosto, será anunciado o legado que ficará para a cidade. Mas esta semana apresentam um balanço do trabalho realizado durante os jogos.

Um dos pontos positivos já comprovados pelas autoridades de segurança e que começa a ser discutida para utilização em áreas de risco é o monitoramento por câmeras.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (Seseg), as máquinas serão instaladas em pelo menos 50 pontos estratégicos. Os equipamentos, usados pelos 22 batalhões da Polícia Militar na Região Metropolitana do Rio, ajudaram a reduzir os índices de criminalidade nos pntos observados pelo Centro de Comando e Controle (CCO).

Embora a secretaria e o comando-geral da PM mantenham esses locais em sigilo, sabe-se que serão priorizados os acessos de algumas favelas mais violentas pela presença de traficantes, como as comunidades do Alemão, Maré e Vila Cruzeiro, no subúrbio.

 
R$ 52 milhões em equipamentos

Foram investidos R$ 52 milhões na instalação dos equipamentos que cobrem com pelo menos dez câmeras a área de cada batalhão. As imagens captadas são exibidas nos monitores do CCO.

Outra estratégia que a Seseg pretende utilizar como experiência bem-sucedida durante o Pan é a ronda especial em bairros da Zona Norte, que reduziu o número de roubo de carros.

Para o prefeito Cesar Maia, a saída dos agentes da Força Nacional, que estão atuando com a Polícia Militar para garantir a segurança dos jogos na cidade, será sentida pela população. "A sensação de insegurança com menos policiamento ostensivo, certamente vai aumentar."

Mas, além do policiamento, a cidade contou com um alto padrão tecnológico no esquema de segurança do Pan, a partir de investimentos nas parcerias entre os governos federal, estadual e municipal.

Legado

Um dos exemplos é o Centro de Inteligência dos Jogos (CIJ), instalado em Santo Cristo, no Centro, e ligado à Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A finalidade do grupo que atua no centro é a prevenção e neutralização do terrorismo e de ações do crime organizado. Cerca de 250 agentes trabalharam no local.

O secretário Nacional de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa, garantiu que o centro será um dos legados para a cidade após o fim das competições. "O estado terá mais capacidade de inteligência nas investigações. Será possível antever ações dos criminosos."

Se for mantida a promessa do governo federal, o Rio também vai herdar um grande acervo tecnológico. No inventário, os aparelhos de rádio digital que devem ficar para a polícia; 1,2 mil computadores integrados aos sistema de segurança e outros 3,8 mil destinados a projetos de inclusão digital.

A polícia do Rio ainda deve ficar com cerca de mil veículos usados para reforço da segurança. Eles foram utilizados pelas polícias Federal, Civil, Militar, Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Força Nacional em ações de policiamento ostensivo, patrulhamento, transporte de tropas e equipamentos, operações e escolta de delegações. Ao todo, foram 1.768 veículos, num investimento de R$ 100 milhões dos R$ 562 milhões que o governo federal diz ter aplicado na segurança dos jogos.

Estima-se que 75% desses recursos fiquem para a cidade do Rio de Janeiro.
 

July 29th, 2007

Pan Rio 2007 @ 09:49 pm


Atleta dá piti e entrega medalha a criança

Victor Borges, de 11 anos, é premiado com bronze de mesa-tenista americana no Pan
GLOBOESPORTE.COM No Rio de Janeiro 
Arquivo Pessoal 
Globo Online
Victor exibe o presentão que ganhou

Imagina sair de casa para assistir a uma competição e sair de lá com uma medalha pan-americana. Improvável, certo? Errado. Victor Borges, de 11 anos, viveu a história curiosa, como conta o Globo On Line, na reportagem de Laura Rodrigues.

Fã de tênis de mesa, ele esteve no Riocentro para acompanhar a modalidade no último sábado. Só não contava com a irritação da americana Chen Wang. Depois de perder a semifinal para a dominicana Xue Wu, a competidora dos Estados Unidos deu a medalha de bronze para o pequeno torcedor.

- Ela (a americana) estava visivelmente irritada no pódio. Quando saiu, jogou as flores para a torcida. Depois, chamou meu filho e entregou-lhe a medalha - diz a mãe de Victor, Margareth Ferreira.

 

 'Medalhista' quer mais!

 

Arquivo Pessoal 
Globo Online
Victor Borges tira foto com Chen Wang

O sortudo torcedor não entendeu nada e pediu apenas para tirar uma foto com a mesa-tenista. Os pais de Victor consideraram a atitude da americana bastante desrespeitosa.

Agora, o "medalhista pan-americano" pretende voltar ao pódio por méritos próprios. Para tal, comprou uma raquete e começou a treinar. Afinal, o Pan de Guadalajara, em 2011, está logo ali...

 

 

O Retorno Amador @ 09:28 pm



Depois do descanso, vulgo férias, volto ao Amador. Destacando as matérias do dia, de niveis regionais, nacionais e (porque não?) internacionais(panamericanas?).

Espero que quem ousar visitar este pseudo-noticiário, seja bem servido.

Obrigado e aproveite!

Gabriel ZAMBRONE.

 

June 16th, 2007

Política / Corrupção @ 01:06 pm

Renan diz que foi envolvido em esquema de empresas de fachada

Senador se defendeu de irregularidades mostradas em matéria do Jornal Nacional.
Recibos oferecidos ao Conselho de Ética como prova de renda não foram comprovados.
Do G1, com informações do Jornal Nacional entre em contato

O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse nesta sexta-feira (15) que foi envolvido em um esquema de fachada, montado por um grande frigorífico de Alagoas. 

Na quinta-feira (14), o Jornal Nacional mostrou que, para comprovar a origem dos rendimentos dele, o senador apresentou recibos de venda de bois para empresas que não confirmaram a compra. 

Renan Calheiros chegou de manhã. Foi cercado pelos jornalistas, mas não quis gravar entrevista. Passou o dia preocupado em se explicar das denúncias apresentadas ontem pelo Jornal Nacional, da Rede Globo. 

A reportagem mostrou que parte dos recibos e cheques, entregues pela defesa do senador Renan Calheiros ao Conselho de Ética, estavam em nome de empresas de fachada. 

O presidente do Senado apresentou os recibos para justificar seus rendimentos de quase R$ 1,9 milhão com a venda de gado. E com os quais pagaria pensão para a jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha. 

Renan Calheiros queria provar com os recibos que não recebeu dinheiro do lobista da construtora Mendes Junior, Claudio Gontijo. 

Os recibos estão em nome de empresas que negam ter comprado bois das fazendas do senador. 

É o caso da Carnal, na periferia de Maceió, mostrada ontem no Jornal Nacional. Os recibos mostram negócios de R$ 127 mil com a Carnal. O ex-dono, João Teixeira dos Santos, diz que nunca comprou carne do senador Renan Calheiros. 

Em reunião com aliados no Senado, Renan Calheiros admitiu a possibilidade de ter dado recibos para empresas de fachada, como mostrou ontem o Jornal Nacional. Alegou que só hoje soube que a venda dos animais era intermediada por um dos maiores frigoríficos de Alagoas, o Mafrial. E acusou a dona do frigorífico de montar o esquema das empresas de fachada. 

Antes de saber da acusação do senador, a dona do frigorífico, Zoraide Beltrão, disse que não tem ligação com as empresas de fachada que aperecem nos recibos de Renan Calheiros. 

Sobre a Carnal Carnes, ela diz que "não existe mais há muito tempo, não sei nem o que é, se morreu, se é vivo, não sei. Desapareceu há muito tempo, tá com muito tempo." Ao ser perguntada sobre outra empresa citada nos recibos entregues por Renan Calheiros, a GF da Silva Costa, ela confirma que "também já deixou há muitos anos" de funcionar. 

O Mafrial disse que faz negócio com as fazendas do senador. Mas o senador não emitiu recibos de venda para o Mafrial. Nem mostrou depósitos de cheques do estabelecimento. 

A dona do Mafrial confirma que compra, e paga em cheque os animais, das fazendas do Senador Calheiros. "Já entrou aqui muita carne dele. Ele vende sempre, sempre, sempre, sempre", diz ela. 

Ela explica que que paga a carne em cheque, e que não teria recibos. "O gado vem e eles vem receber o cheque de mim, que eu também seguro o cheque e entrego o cheque," explica Zoraide. 

Dona Zoraide afirmou que sempre fecha os negócios com Gualter Peixoto. "Deve ser o secretário, porque é ele quem liga pra mim, né?" disse ela à reportagem.  

Renan Calheiros disse ontem ao Jornal Nacional que Gualter Peixoto é veterinário das fazendas dele. E responsável pelas vendas de boi. 

Gualter também é funcionário público - chefe da Vigilância Sanitária do município de Murici, a 50 Km de Maceió. O prefeito de Murici é Renan Calheiros Filho, o filho mais velho do presidente do Senado. 

O senador Renan Calheiros disse que o advogado dele responderia às denúncias. Mas procurado pelo Jornal Nacional, o advogado não quis falar.
 

June 15th, 2007

Rio de Janeiro / Educação @ 02:48 pm


Estudantes acampam na reitoria da UFRJ

Contra o Reuni, alunos montam barracas e ocupam salão do prédio da reitoria.
Segundo estudantes, ocupação deverá durar pelo menos 24 horas.
Rodrigo Vianna Do G1, no Rio entre em contato

Barracas, colchões e travesseiros. Este foi o cenário no prédio da reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Governador, subúrbio da cidade, na madrugada desta sexta-feira (15). Cerca de 250 estudantes ocupam um dos salões da  reitoria da universidade desde as 14h desta quinta-feira (14). 

 
Veja a galeria de fotos

Segundo eles, o objetivo é protestar contra o Programa de Apoio aos Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, o Reuni, um dos principais projetos do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Os estudantes montaram barracas e acamparam no salão principal da reitoria. Muitos dormiam enquanto outros discutiam o tema numa grande roda.

Seguranças da UFRJ ajudavam a manter a situação sob controle. De acordo com Bernardo Lima, de 24 anos, estudante de História, a aprovação do Reuni prejudicaria a qualidade das universidades federais e principalmente os alunos. 

“Com a aprovação, as universidades terão que se adequar a este projeto. Dizer sim à aprovação semi-automática é acabar com a qualidade das universidades públicas”, disse o jovem, que completou afirmando que a reforma passaria por cima da autonomia universitária. “É um projeto que privilegia a expansão do ensino privado em detrimento do ensino público”. 

Os alunos fazem parte da “Frente de Luta contra a Reforma”, um movimento em conjunto da Conlute (Coordenação Nacional da Lutas dos Estudantes) com a ‘Frente de Oposição Esquerda da UNE (União Nacional dos Estudantes). Eles reivindicam ainda melhorias na infra-estrutura do campus.


Foto: Rodrigo Vianna
(Foto: Rodrigo Vianna/G1)

Segundo o estudante de Letras, Bruno Rabello, de 25 anos, a UNE não aderiu ao movimento e chegou a ser vaiada por outros alunos. “Queremos deixar claro que não estamos contra a UNE, mas sim contra a idéia dela acreditar e ser a favor do Reuni”, afirmou. 

 
Alunos fazem “apitaço” na universidade 

D
urante a manhã, representantes dos cursos de graduação e pró-reitores se reuniram no Conselho Universitário. Os estudantes usaram apitos, tambores e cartazes para manifestar contra a votação do projeto. 

“Está sendo uma manifestação pacífica, sem brigas, agressões físicas ou presença da polícia, não queremos isso”, completou Bernardo. 

Foto: Rodrigo Vianna
(Foto: Rodrigo Vianna/G1)

Logo em seguida, os jovens foram recebidos por João Eduardo Fonseca, chefe de gabinete da reitoria. Segundo eles, no encontro, foi exigido uma audiência pública para discutir o posicionamento da UFRJ quanto ao Reuni, além de uma efetiva política de assistência estudantil, como obras de melhoria e ampliação do alojamento. 

A audiência foi marcada na tarde desta sexta-feira (15). Até lá, os alunos informaram que vão continuar ocupando a reitoria. Na pauta, estão ainda a criação de um calendário para discussão do Reuni e o adiamento do prazo para votação da reforma para o segundo semestre, com a participação de todo o corpo discente. 

De acordo com a decisão da assembléia do movimento estudantil, a ocupação deverá durar pelo menos 24 horas. Mas, dependendo da mobilização alcançada e da resposta da reitoria, o movimento pode permanecer por mais tempo e com um número maior de estudantes. 

O reitor da UFRJ, Aloísio Teixeira, está numa viagem institucional, na França, segundo os alunos. O G1 procurou a direção da reitoria da universidade, mas ela não foi localizada.

 

June 14th, 2007

Rio de Janeiro / Violência (Clarín - ARG) @ 07:58 pm


Tensão no Rio de Janeiro: o Exército cerca uma favela dominada pelos traficantes

Clarín On Line
Tradução: Gabriel Zambrone

A menos de um mês do começo dos Jogos Pan-Americanos no Brasil, uma das maiores favelas do Rio de Janeiro foi cercada hoje pelo Exército com fortes conflitos em seu interior.

Os supostos traficantes morreram no Complexo do Alemão, uma das maiores favelas da cidade. Diante da situação, cerca de 450 agentes da Força Nacional, em conjunto com agentes da Polícia Militar, cercaram o lugar.

Os policiais entram em conflito com os traficantes armados, que desafiam os agentes para trocar tiros dentro da favela.

Sobre o caso, o presidente Lula da Silva afirmou que o sistema de segurança dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro - que começarão dentro de um mês - marcará o início de uma nova estratégia para o combate ao crime em todo o país.

"Queremos utilizar os Jogos Pan-Americanos para criar um novo sistema de segurança em todo o país", disse Lula no Rio de Janeiro, ao entregar mil veículos para o sistema de segurança destinados ao evento.

No momento do anúncio - realizado no Complexo Esportivo do Autódromo Nelson Piquet -,  um tiroteio entre policiais e traficantes obrigou o fechamento das principais vias de acesso à cidade, a Linha Vermelha e a Avenida Brasil.

 

O Amador

Um quase-diário